[O associado do Clube 25 Franca Vinícius Santiago nos proporciona uma interessante visão sobre as discussões da última reunião do grupo na cidade, confiram abaixo!]
No dia 28 de agosto de 2010, foi realizada na cidade de Franca a quarta reunião do projeto da Cruz Vermelha, o Clube 25. Com a participação de jovens entre 18 e 25 anos, o projeto tem como objetivo incentivar a doação de sangue entre os jovens nessa faixa etária e, além disso, proporcionar aos participantes o envolvimento com os hábitos saudáveis e o voluntariado. Neste encontro, os participantes assistiram a um documentário sobre o conflito em Ruanda da década de 1990 e trechos do filme “Hotel Ruanda”, de onde surgiu um debate acerca das dificuldades encontradas em um conflito de grande amplitude como este.
Muitas questões foram abordadas nesta reunião, dentre elas foi discutido o fato de que a omissão dos Estados neste tipo de conflito aumenta as consequências catastróficas, além de perpetuar o desrespeito, a intolerância, a violência e o ódio que permeiam uma sociedade cada vez mais presa às hostilidades geradas por potências que um dia interferiram nessas regiões de sensível diversidade. Um contraponto à ausência do Estado, também discutido no encontro, são as organizações não-governamentais (ONGs) e organizações supranacionais, em que suprem a falta de um Estado na mediação do conflito, ou mesmo que complementem as ações de um governo somando, assim, forças para se chegar a uma solução.
Nesse sentido, a Cruz Vermelha Internacional, como pode ser visto no filme “Hotel Ruanda”, possui desde sua criação um papel fundamental nos conflitos humanitários, atuando de forma a prestar assistências a vítimas de guerra, violência e catástrofes naturais. E, para isso, o trabalho do voluntariado é imprescindível.
No entanto, a dificuldade em atrair voluntários para este tipo de ação é evidente e pode tornar-se um impasse para a assistência humanitária. Este foi outro ponto debatido entre os jovens do projeto.
Para ser voluntário é preciso que o ser humano se sensibilize diante de uma situação como a do conflito de Ruanda, por exemplo, e sinta uma natural necessidade de agir. É preciso que todos percebam a real importância de um trabalho voluntário, quer seja em conflitos humanitários ou na doação de sangue, e seu impacto positivo para uma sociedade mais solidária e humana. O clube 25, dessa forma, dá um grande passo a fim de unir jovens engajados que contribuam para uma causa nobre: a doação de sangue.
No Dia Nacional do Voluntariado, 28 de agosto, um grupo de jovens refletiu sobre uma questão tão crucial na humanidade com a esperança de que um dia o desejo de ser voluntário faça parte da vida de milhões de pessoas no mundo todo.
Por Vinícius Santiago, associado do Clube 25 Franca.
No dia 28 de agosto de 2010, foi realizada na cidade de Franca a quarta reunião do projeto da Cruz Vermelha, o Clube 25. Com a participação de jovens entre 18 e 25 anos, o projeto tem como objetivo incentivar a doação de sangue entre os jovens nessa faixa etária e, além disso, proporcionar aos participantes o envolvimento com os hábitos saudáveis e o voluntariado. Neste encontro, os participantes assistiram a um documentário sobre o conflito em Ruanda da década de 1990 e trechos do filme “Hotel Ruanda”, de onde surgiu um debate acerca das dificuldades encontradas em um conflito de grande amplitude como este.Muitas questões foram abordadas nesta reunião, dentre elas foi discutido o fato de que a omissão dos Estados neste tipo de conflito aumenta as consequências catastróficas, além de perpetuar o desrespeito, a intolerância, a violência e o ódio que permeiam uma sociedade cada vez mais presa às hostilidades geradas por potências que um dia interferiram nessas regiões de sensível diversidade. Um contraponto à ausência do Estado, também discutido no encontro, são as organizações não-governamentais (ONGs) e organizações supranacionais, em que suprem a falta de um Estado na mediação do conflito, ou mesmo que complementem as ações de um governo somando, assim, forças para se chegar a uma solução.
Nesse sentido, a Cruz Vermelha Internacional, como pode ser visto no filme “Hotel Ruanda”, possui desde sua criação um papel fundamental nos conflitos humanitários, atuando de forma a prestar assistências a vítimas de guerra, violência e catástrofes naturais. E, para isso, o trabalho do voluntariado é imprescindível.
No entanto, a dificuldade em atrair voluntários para este tipo de ação é evidente e pode tornar-se um impasse para a assistência humanitária. Este foi outro ponto debatido entre os jovens do projeto.
Para ser voluntário é preciso que o ser humano se sensibilize diante de uma situação como a do conflito de Ruanda, por exemplo, e sinta uma natural necessidade de agir. É preciso que todos percebam a real importância de um trabalho voluntário, quer seja em conflitos humanitários ou na doação de sangue, e seu impacto positivo para uma sociedade mais solidária e humana. O clube 25, dessa forma, dá um grande passo a fim de unir jovens engajados que contribuam para uma causa nobre: a doação de sangue.
No Dia Nacional do Voluntariado, 28 de agosto, um grupo de jovens refletiu sobre uma questão tão crucial na humanidade com a esperança de que um dia o desejo de ser voluntário faça parte da vida de milhões de pessoas no mundo todo.
Por Vinícius Santiago, associado do Clube 25 Franca.
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