[Segue abaixo um interessante comentário do voluntário Henrique Teixeira a respeito do furacão Karl e suas consequências humanitárias! Acompanhem!]
O furacão Karl, que se reduziu nas primeiras horas do dia 18 de setembro a tempestade tropical, provocou em sua passagem pelo México três mortos, severos danos à infraestrutura e fortes cheias de rios, informou a Defesa Civil do país. Autoridades deixaram vários estados em alerta máximo, além de prevenirem sobre grandes cheias futuras em 7 rios, dentre eles o Tuxpan.
Esse é um exemplo de grande desafio para a iniciativa humanitária, já que eventos destas proporções não só geram vítimas que necessitam da ajuda, mas também impede que esta efetivamente chegue às pessoas, devido à interdições das vias de acesso e ao eventual caos burocrático que toma lugar e atrasa as ações de socorro.
Assim, a função humanitária desempenhada por organizações como a Cruz Vermelha e os Estados é direcionada primeiramente aos desprovidos de suprimentos básicos como água, medicamentos e alimentos (principalmente os mais nutritivos e mantenedores da saúde dos indivíduos e que possibilitam atitudes dos capacitados, tais como a doação de sangue para os feridos) e que, se não fornecidos logo e em boas condições, agravam o cenário do desastre por aumentarem o número dos mortos e gravemente afetados (por exemplo, pela rápida disseminação de doenças).
A questão da neutralidade da Cruz Vermelha - um de seus princípios – em muito contribui para a prontidão de suas ações, já que a organização não representa, assim, um problema diplomático que atrapalharia sua entrada em qualquer território necessitado.
O furacão Karl, que se reduziu nas primeiras horas do dia 18 de setembro a tempestade tropical, provocou em sua passagem pelo México três mortos, severos danos à infraestrutura e fortes cheias de rios, informou a Defesa Civil do país. Autoridades deixaram vários estados em alerta máximo, além de prevenirem sobre grandes cheias futuras em 7 rios, dentre eles o Tuxpan.Esse é um exemplo de grande desafio para a iniciativa humanitária, já que eventos destas proporções não só geram vítimas que necessitam da ajuda, mas também impede que esta efetivamente chegue às pessoas, devido à interdições das vias de acesso e ao eventual caos burocrático que toma lugar e atrasa as ações de socorro.
Assim, a função humanitária desempenhada por organizações como a Cruz Vermelha e os Estados é direcionada primeiramente aos desprovidos de suprimentos básicos como água, medicamentos e alimentos (principalmente os mais nutritivos e mantenedores da saúde dos indivíduos e que possibilitam atitudes dos capacitados, tais como a doação de sangue para os feridos) e que, se não fornecidos logo e em boas condições, agravam o cenário do desastre por aumentarem o número dos mortos e gravemente afetados (por exemplo, pela rápida disseminação de doenças).
A questão da neutralidade da Cruz Vermelha - um de seus princípios – em muito contribui para a prontidão de suas ações, já que a organização não representa, assim, um problema diplomático que atrapalharia sua entrada em qualquer território necessitado.
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