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quinta-feira, 17 de março de 2011

Ajude as vítimas do terremoto e do tsunami no Japão!

Ajude as vítimas do terremoto e do tsunami no Japão!

A Cruz Vermelha Brasileira - Filial Estado de São Paulo, sensível à imensa dor e à comoção causadas pela tragédia que atingiu o Japão, mobiliza-se em campanha de ajuda às vítimas. São Paulo tem a maior colônia japonesa fora do Japão. É uma comunidade em que palavras como respeito e solidariedade são usadas em seus sentidos mais autênticos. Essa comunidade anseia por dar sua contribuição para diminuir um pouco que seja a dor de seus irmãos no País do Sol Nascente. O envio de gêneros de primeira necessidade enfrentaria enormes dificuldades logísticas, demora e um custo proibitivo. Optamos por firmar parcerias com empresas para arrecadar internamente e fazer envios em dinheiro, em conjunto com empresas parceiras, para a Cruz Vermelha Japonesa. Da mesma forma, estamos disponibilizando uma conta corrente para doações do público em geral.

Banco Bradesco
Agência 1787
Conta 40.000-9

Maiores informações em: www.cvbsp.org.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O Jovem como Propulsor da Mudança Social

Aconteceu no último sábado (25 de setembro) a primeira arrecadação de alimentos promovida pelo Clube 25 Franca. A ação foi realizada em conjunto com a Ordem Demolay de Franca e o NAREV - Núcleo de Apoio e Recuperação da Vida, para onde a arrecadação foi destinada. A ação se concretizou, promovendo um dia inesquecível no supermercado Wal-Mart. Foram algumas horas com valor inestimável. O contato com o diferente e o convívio com outros voluntários criaram laços fortes regidos pela vontade de auxiliar a causa.

Em um mundo extremamente desigual como o nosso, nos perguntamos o que pode ser feito para mudar a realidade que muitas vezes nos perturba. São ações como a realizada sábado que nos mostram que as oportunidades estão a nossa espera. O jovem possui um enorme potencial de intervir na situação e mudá-la. A juventude tem a habilidade de repartir suas visões de mundo, criar oportunidades, atrair outros que desejam participar do movimento. Aliar essa capacidade modificadora com a promoção do bem-estar social é avançar um degrau na escada que leva à igualdade. Poder transformar positivamente a cidade que acolhe a tantos em suas jornadas é um privilégio.

O Clube 25 Franca se mostra como o espaço de coligação da teoria com a prática, da juventude com a responsabilidade social. Com a realização da primeira ação voluntária fora das paredes do clube, percebemos o quão importante é um ambiente jovem para a efetividade de projetos sociais.

É de uma força incrível o sentimento que nos envolve quando ajudamos o outro. Ser voluntariado é fomentar um mundo mais justo, é contribuir sem exigências, é crescer como ser humano.

Por Virginia Góes, associada do Clube 25 Franca.

domingo, 19 de setembro de 2010

Desafio humanitário

[Segue abaixo um interessante comentário do voluntário Henrique Teixeira a respeito do furacão Karl e suas consequências humanitárias! Acompanhem!]

O furacão Karl, que se reduziu nas primeiras horas do dia 18 de setembro a tempestade tropical, provocou em sua passagem pelo México três mortos, severos danos à infraestrutura e fortes cheias de rios, informou a Defesa Civil do país. Autoridades deixaram vários estados em alerta máximo, além de prevenirem sobre grandes cheias futuras em 7 rios, dentre eles o Tuxpan.

Esse é um exemplo de grande desafio para a iniciativa humanitária, já que eventos destas proporções não só geram vítimas que necessitam da ajuda, mas também impede que esta efetivamente chegue às pessoas, devido à interdições das vias de acesso e ao eventual caos burocrático que toma lugar e atrasa as ações de socorro.

Assim, a função humanitária desempenhada por organizações como a Cruz Vermelha e os Estados é direcionada primeiramente aos desprovidos de suprimentos básicos como água, medicamentos e alimentos (principalmente os mais nutritivos e mantenedores da saúde dos indivíduos e que possibilitam atitudes dos capacitados, tais como a doação de sangue para os feridos) e que, se não fornecidos logo e em boas condições, agravam o cenário do desastre por aumentarem o número dos mortos e gravemente afetados (por exemplo, pela rápida disseminação de doenças).

A questão da neutralidade da Cruz Vermelha - um de seus princípios – em muito contribui para a prontidão de suas ações, já que a organização não representa, assim, um problema diplomático que atrapalharia sua entrada em qualquer território necessitado.

sábado, 11 de setembro de 2010

A crise humanitária no Paquistão

Diante de grandes catástrofes naturais, sendo essa uma de suas atribuições, o trabalho da Cruz Vermelha se faz presente e é extremamente necessário. Como exemplos da atuação dessa organização humanitária internacional têm-se as recentes inundações ocorridas no Paquistão. Um quinto do território do país foi alagado, provocando centenas de mortes, fome e destruição de casas sem precedentes. De acordo com as últimas estimativas, as cheias no Paquistão, as quais tiveram início em finais de Julho, resultaram já em 1600 mortos, 2 mil feridos e mais de 20 milhões de pessoas afetadas.

O Objetivo prioritário no Paquistão da ajuda humanitária trata-se da distribuição de alimentos, água potável e atendimento médico a cerca de 1,4 milhão de pessoas. Para tanto, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) pediu 59 milhões de euros para realizar a distribuição, uma vez que os maiores obstáculos são de logística. Certas áreas do Paquistão são de difícil acesso e os problemas de insegurança – como o atentado ocorrido múltiplo perpetrado no dia 1 de setembro contra uma procissão da corrente islâmica minoritária xiita na cidade oriental paquistanesa de Lahore, no qual 35 pessoas morreram – são algo a mais a ser enfrentado.

Além disso, a ajuda humanitária internacional enfrenta uma excessiva crítica da imprensa. Em depoimento, um membro da Cruz Vermelha declarou que apesar da consciência do quanto ainda falta para ser realizado, o esforço dos voluntários é grande. A colaboração e apoio do governo paquistanês estão tendo caráter fundamental. Além destas baixas já registradas, persiste ainda o medo, nas diversas províncias inundadas, de surtos de doenças associadas à água, como a malária, a disenteria ou a cólera. De acordo com o presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, não se deve “negligenciar esta situação no Paquistão, apesar da pouca cobertura mediática. Esta é uma crise humanitária de enormes proporções, que privou milhões de pessoas das suas casas, posses e meios de subsistência”.